Mãe de duas meninas com "microcefalia" quer quer o mundo saiba

Enquanto aumenta o medo geral em relação ao Zika, uma norte-americana com duas filhas com microcefalia - e sem qualquer relação a picada do mosquito - quer fazer passar uma mensagem sobre a sua família: "não tenham pena de nós"

Reprodução Facebook Gwen Hartley
Gwen Hartley tem duas filhas com a temida e agora muito falada microcefalia, nome dado à doença que pode ser provocada pela picada de um mosquito que transporta o vírus zika e que faz o bebé nasce com o perímetro cefálico inferior a 32 cm, podendo levar à deficiência motora, mental ou até à morte prematura.

Embora as consequências possam ser devastadoras, a norte-americana faz questão de pedir que não tenham pena da sua família. "A pena para mim é o pior. Desde o início começámos a receber a pena por Claire. Sentia pena até da parte dos meus amigos... mas nós estamos orgulhosos delas".

Hartley e o marido, Scott, têm três filhos: Cal com 17 anos, o mai velho, e as duas meninas, Claire e Lola, de 14 e 9 anos respetivamente, que nasceram com microcefalia.

"Esta tem sido a minha vida ao longo de 14 anos. Não a teria escolhido, mas adoro-a", garante Gwen Hartley, em declarações ao Huffington Post.

Com Cal, tudo normal, incluindo a gravidez e o parto. Dois anos e meio mais tarde, no entanto, quando nasceu Claire, um comentário da mãe acabaria por fazer soar os alarmes: Não se lembrava do "quão pequeninas são as suas cabecinhas". Aos três meses e meio, a bebé era diagnosticada com a doença, mas sem que os médicos conseguissem encontrar uma explicação para o problema.

"Nunca descobriram um gene responsável pela doença das nossas meninas. Ainda acreditam que é genético, mas ninguém encontra os genes específicos responsáveis", explica a norte-americana.

A terceira gravidez foi vigiada muito mais de perto e às 26 semanas, a medida da cabeça de Lola já mostrava os sinais de alarme da microcefalia: era equivalente à medida esperada com menos cinco semanas de gestação.

Nenhuma das meninas fala, mas comunicam com sons e gestos. Ambas têm nanismo, paralisia cerebral, convulsões e refluxo.

Com o medo crescente em torno da infeção com Zika, a mãe receia que o facto de a microcefalia se ter tornado um assunto corrente afete as famílias que vivem com a doença. No seu blogue, Hartley diz esperar que o seu testemunho ajude as mães com bebés com microcefalia a sentirem-se menos "sozinhas e com medo".

Fonte: visao.sapo.pt

Mãe de duas meninas com "microcefalia" quer quer o mundo saiba 



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Snowden afirma bin Laden ainda está vivo sob controle da CIA

O ex-líder de uma rede terrorista global, Osama Bin Laden, ainda está na folha de pagamento e viva da CIA em um bastante villa em Bahama, um ex-agente da CIA reivindicações


Edward Snowden, um ex-funcionário da CIA, disse que tem provas de que Osama bin Laden, que supostamente foi morto em 2011, ainda está vivo e bem.

 De acordo com um relatório publicado pelo EUA Política Hoje, Snowden reivindicado em uma entrevista com o Moscow Tribune que Laden, ex-líder da rede terrorista global da al-Qaeda, está vivendo nas Bahamas na CIA folha de pagamento.

 "Eu tenho documentos que mostram que Bin Laden ainda está na folha de pagamento da CIA.

 Ele ainda está recebendo mais de US $ 100.000 por mês, o que está a ser transferido através de algumas empresas e organizações de fachada, diretamente para sua conta bancária Nassau.

 Não estou certo de onde ele está agora, mas em 2013, ele estava vivendo tranquilamente em sua casa de campo com cinco de suas esposas e muitos filhos ", o jornal citou Snowden como dizendo.

Snowden, que agora vive como um fugitivo na Rússia, fugiu do EUA depois de vazar documentos sobre programas de vigilância em massa da NSA para a mídia em 2013.

 o relatório também disse que Snowden anteriormente também fez algumas alegações não declarada cerca de Osama bin Laden.

 Snowden continua a dizer que a CIA orquestrou a falsa morte do ex-al- líder Qaeda.

 Ele afirma que Osama foi transportado com sua família para um local não revelado nas Bahamas.

 o relatório ainda cita-o como se segue - "Osama bin Laden era um dos agentes mais eficientes da CIA por um longo tempo.

 Que tipo de mensagem seria enviar seus outros agentes se eles estavam a deixar os SEALs matá-lo? Eles organizaram sua morte falsa, com a colaboração do Paquistão serviços secretos, e ele simplesmente abandonou sua capa.

 Uma vez que todos acredita que ele está morto, ninguém está olhando para ele, por isso era bastante fácil de desaparecer.

 Sem a barba ea jaqueta militar, ninguém o reconhece.

 " Não só isso, Snowden afirma categoricamente que ele vai falar sobre os documentos que provam Bin Laden está vivo em seu livro prestes a ser lançado.

 No entanto, as afirmações de Snowden não tem foram comprovadas ou confirmado por nenhuma outra fonte.

 O governo dos Estados Unidos apresentou acusações de espionagem contra Snowden por revelar documentos NSA classificados para os jornalistas.


Finte: Yeni Safak


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Uma médica paraibana de Campina Grande descobre a causa da microcefalia

A médica Adriana Melo tem 45 anos e trabalha há 16 no setor de medicina fetal do Isea, a principal maternidade pública de Campina Grande. Entre outubro e novembro do ano passado, compartilhou a angústia de duas pacientes grávidas de bebês que nasceriam com microcefalia. A ela a medicina deve o estabelecimento da relação entre o vírus zika e a má formação do cérebro de milhares de crianças. Não é pouca coisa, nem foi fácil.

Desde agosto, médicos do Nordeste quebravam a cabeça para saber o que estava acontecendo, e a rede pública de Pernambuco alertou para a suspeita da conexão entre o vírus e a anomalia nos bebês. Adriana Melo suspeitou que se estava diante de um novo padrão de microcefalia: “Eu nunca tinha visto casos de destruição do cérebro dos fetos com tamanha virulência”.
Havia uma pista: todas as pacientes tiveram manchas vermelhas na pele e coceiras durante as primeiras semanas da gravidez. Quando a doutora Adriana começou sua caminhada, havia no mundo apenas a suspeita da relação entre casos de microcefalia e o zika. O vírus se tornara epidêmico na Polinésia em 2014. No Brasil, sabia-se apenas que o número de bebês que nasciam com essa anomalia vinha aumentando, sobretudo no Nordeste. O zika era visto ainda como uma modalidade branda de dengue.

O governo da Paraíba custeou a viagem das duas mulheres para serem examinadas em São Paulo, e em novembro, por iniciativa de Adriana Melo, a Fiocruz recebeu material colhido nas pacientes. Em poucos dias, bateu o martelo. Duas semanas depois, o Ministério da Saúde decretou uma emergência sanitária. Haviam-se passado três meses desde o aparecimento das primeiras suspeitas.
O sistema de vigilância epidemiológica nacional dormiu no ponto. Nada de novo. Quando Oswaldo Cruz, baseado em pesquisas americanas feitas em Cuba, quis combater a febre amarela atacando o Aedes aegypti, a burocracia da Saúde e alguns marqueses da medicina duvidaram dele. A febre era coisa do clima, logo, culpa do Padre Eterno. No caso da doutora Adriana Melo sucedia algo semelhante. Ela dizia algo novo, o zika tinha relação com casos de microcefalia, portanto o problema estaria no maldito do mosquito, nada a ver com a alimentação da mãe ou até mesmo com consumo de drogas.

Apesar da tonitruância da decretação de emergência (sem que se saiba o que isso significa na vida real), o Ministério da Saúde procura tranquilizar a população: nem todas as mulheres que tiveram zika terão bebês microcéfalos, assim como nem todos os Aedes aegypti que andam por aí transmitem zika. Tudo bem, mas em 2014 o Brasil teve 147 casos de microcefalia. Admita-se que esse número esteja contaminado por uma subnotificação, Fique-se com o dobro, seriam 294. Em apenas quatro meses, os casos suspeitos já chegaram a 3.893. Segundo a Fiocruz, os registros poderão chegar a 16 mil neste ano. A última desgraça envolvendo mulheres grávidas deu-se no século passado, quando gestantes que tomaram o remédio talidomida pariram bebês defeituosos. Em todo o mundo, afetou 10 mil nascituros num período de cerca de cinco anos.

Dentro do Plano Nacional de Enfrentamento à Microcefalia, o Ministério da Saúde baixou uma Diretriz para Estimulação Precoce para crianças que nascem com microcefalia. Ele relaciona-se com o Plano Viver Sem Limite e com a Rede de Cuidados à Pessoa com Deficiência, que por sua vez são contemporâneos do Programa de Aceleração do Crescimento. Fica combinado assim.
A doutora Adriana tem doutorado pela Unicamp, seu salário é de R$ 3.800 mensais por 20 horas de trabalho semanais. Com bonificações de produtividade pode chegar a R$ 6 mil. Mantém uma clínica privada onde ganha mais trabalhando menos. A maternidade do Isea só atende pelo SUS (sem segunda porta), e na equipe de medicina fetal há quatro médicos. Desde que ela saiu por aí para confirmar a relação entre o zika e a microcefalia, recebeu críticas, muxoxos e silêncios. Ajuda, só da prefeitura da cidade e do fabricante de equipamentos Samsung, que doou um aparelho de ultrassonografia à maternidade. A rede pública de Campina Grande (680 mil habitantes) não tem máquina de ressonância magnética. Quando lhe perguntam o que precisa para facilitar seu serviço no Isea, responde: “Recursos para pesquisas”.

Por Elio Gaspari

Fonte:Robson Pires

Reprodução: Patrulha do Agreste


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Micro-ônibus caiu dentro de cratera aberta na BR-230. Ninguém se feriu.

Equipe do DNIT já iniciou obras de recomposição na área atingida.

Micro-Ônibus é 'Engolido' por Cratera na Amazônia

As chuvas fortes no sudoeste do Pará abriram uma cratera no quilômetro 40 da rodovia BR-230, entre os municípios de Itaituba e Rurópolis, na tarde da última segunda-feira (23), impedindo o acesso por via terrestre a Rurópolis.

Um micro-ônibus que trafegava pela rodovia Transamazônica chegou a cair na cratera e tentou ser resgatado com ajuda de outro veículo, mas o cabo usado para puxá-lo cedeu, fazendo com que ele fosse arrastado pela força das águas. O motorista e os passageiros foram resgatados e ninguém se feriu.

Uma equipe do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) foi enviada para o local e isolou a área no entorno. Os trabalhos de recomposição começaram ainda na tarde de segunda e a previsão é de que até a próxima quarta-feira (25) a obra seja concluída e a estrada, liberada para o tráfego.

Do G1 PA


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